"Coisa de criança/Desenho: por que não?" 2ª edição revista e ampliada.
Autor(es):Graziela Costa Pinto(org.),Angela B. do R. Teixeira, Maria Alice Ramos Ferreira Leal, Martine Lerude.
A clínica com crianças propõe aos psicanalistas o desafio de ultrapassar os limites da fala, das palavras muitas vezes ainda não formuladas, sequer imaginadas, para se alcançar a voz, as marcas vivas da constituição do sujeito, o traço de sua significação.,
O sujeito, o real do corpo e o casal parental 2a edição revista e ampliada
Autor(es):Angela B. do Rio Teixeira(org.),Bernard Vandermersch, Henry Frignet, Lia Freire de Carvalho, Pascale Belot-Fourcade, Tarcísio Matos de Andrade, Valentin Nusinovici, Eliane Pirard Van-Dieren, Marie-Christine Laznik, Martine Lerude, Nicole De Neuter, Patric
A Coleção Psicanálise da Criança reúne neste volume a edição revista e ampliada de dois números que tiveram suas edições esgotadas. Em Psicanálise e Psicossomática a questão diz respeito ao real do corpo, de modo totalmente diverso da conversão histérica. Em Do Pai e da Mãe trata-se da relação do sujeito com o casal parental nos registros real, simbólico e imaginário. Temas que desafiam cotidianamente a teoria e a prática psicanalítica.
As originais propostas dos artigos deste volume apostam na clínica do autismo como capaz de revelar toda a riqueza contida na leitura lacaniana da obra de Freud, possibilitando assim desdobramentos metapsicológicos capazes de dar conta das primeiras estruturações do aparelho psíquico.
O mundo, a gente traça - Considerações psicanaliticas acerca do desenho infantil.
Autor(es):Angela B. do Rio Teixeira(org.),Roland Chemama, Gabriel Balbo, Alain Ditisheim, Jean Périn, Claire Kahn, Claude Dorgeuille.
Os autores trazem a abordagem teórica mais atual acerca do desenho no tratamento analítico da criança, possibilitando importantes avanços na sua compreensão enquanto ato simultaneamente enigmático e revelador das relações do pequeno falasser com o mundo que o cerca e o determina. O volume inclui ainda a discussão de diversos casos clínicos amplamente ilustrados.
“Mais tarde” é agora! - Ensaios sobre a adolescência 2a edição revista e ampliada
Autor(es):Ana Izabel Corrêa(org.),Ana Cristina Alcoforado Fonseca, Octave Mannoni (com apresentação de Maud Mannoni), Jean Louis Chassaing, Patrick Delaroche, Isidoro Gurman, Rodolpho Ruffino, Eda Tavares, Bernard Penot e Jean-Jacques Rassial.
“Nossa Grandeza tem muito de cisco. A gente é rascunho de pássaro, não acabaram de fazer”
Manoel de Barros
A adolescência como momento de passagem, na sua implicação com as drogas, a violência e outros sintomas da sociedade, é tratada de forma coerente e instigante, privilegiando esse sujeito que subitamente ("agora!") é solicitado a dar suas respostas.
Neurose Infantil versus neurose da Criança - As aventuras e desventuras na busca da subjetividade.
Autor(es):Leda Mariza Fischer Bernardino (org.), Alfredo Jerusalinsky, Charles Melman, David Maldavsky, Erik Porge, Eugenia Sokolnicka, Jean-Jaques Rassial, Patrick De Neuter.
Interrogarmo-nos sobre a neurose no tempo mesmo da infância, sobre o estatuto do sintoma na economia psíquica de um sujeito ainda em constituição, sobre a gênese do sinthoma em sua versão lacaniana, é imprescindível para acompanhar esses pequenos sujeitos na difícil tarefa de abrir um caminho de subjetividade. Se todos se confrontam com um mesmo e geral Outro social, para alguns há trilhas, para outros muro, para outros ainda buracos, no percurso até o singular.
Autor(es):Jandyra Kondera Mengarell(org.)i,Angela B. do Rio Teixeira, Agnès Rassial, Eliana Yunes, Fanny Abramovich, Ivan Corrêa, Lucy da Silva Prado, Marcus do Rio Teixeira, Maria Rita Hehl, Maria Dolores Coni Campos, Martine Lerude, Sandra Pereira e Sônia Magalhã
Os artigos que compõem este volume refletem um legítimo interesse em indagar acerca do medo, do estranho, da surpresa, do suspense — ingredientes sine-qua-non dos contos infantis. Ao invés de autorizar a caça ao mal-estar, põem em relevo os elementos capazes de suscitá-lo para, então, verificar sua importância. Não duvidamos que o empenho dos autores tenha sido obra de alguma fada, pois que, segundo sua etimologia, é da fatus, discurso, que ela vem.
Tratamento e escolarização de crianças com distúrbio
Autor(es):Maria Cristina Kupfer (org.),Angelina Cardoso Cufaro, Béatrice Boudard, Geselda Baratto,
Luis Fernando B. Mena, M. Cristina M. Kupfer, Sônia Campos Magalhães, Sandra Pavone,
Síglia da Cruz Leão, V. Mariage, Yara Sayão, Yone Maria Rafaeli, Yves Vanderv
Urge um reordenamento do campo diagnóstico dos distúrbios infantis, cujo eixo seja a constituição do sujeito ou suas falhas, nas formas diversas e singulares de que estas se revestem. Os artigos deste volume são fruto de uma clínica do singular, de praticantes que não recuaram diante da psicose ou do horror do real.
Autor(es):Maria Cristina Vecino de Vidal(org.),Alícia Hartman, Andréa Bastos Tigre, Anne-Marie Braud, Bernard de Goeje,
Neste livro, o leitor depara-se com uma interrogação dirigida ao analista acerca da dimensão temporal inerente ao tratamento pela psicanálise. No marco da problemática do tempo, a questão específica do momento de concluir a análise com uma criança é desenvolvida pelos diversos autores, tendo como fundamento comum a teo-ria de Freud e Lacan.
Autor(es):Ana Marta Meira(org.),Alfredo Jerusalinsky, Anne Marie Hamad, Denise Vincent, Diana Corso, Jean Bergès, Maria Luísa Viviani e Rodolpho Ruffino.
Este volume traduz o desafio com o qual os psicanalistas hoje se defrontam em seu trabalho clínico: articular os fundamentos teóricos da psicanálise às diferenciações que a sociedade contemporânea inscreve de forma caleidoscópica, onde a referência simbólica encontra-se fragilizada, e a imaginária exacerbada.
Autor(es):Leda Mariza Bernardino(org.),Alfredo Jerusalinsky, Angela Vorcaro, Gabriel Balbo, Jean Bergès, Jean-Jacques Rassial, Maria Cristina Kupfer, Ricardo Goldenberg, Rozenn Le Duault, Silvana Rabello e Sônia Motta.
Seria legítimo propor uma especificidade ao desejo do analista na psicanálise de crianças? Seria possível se servir desse operador clínico proposto por Lacan nessa clínica de sujeitos ainda em constituição? Os desafios de sustentar a ética do desejo, da subjetividade, da palavra e do ato que fundam e referenciam o sujeito humano são especialmente grandes quando se trata de acolher o pequeno analisante.
Quem fala na língua - Sobre as psicopatologias da fala
Autor(es):Angela Vorcaro(org.),Alfredo Jerusalinsky, Gabriel Balbo, Jean Bergès, Julieta Jerusalinsky, Lia Navegantes, Maria Cristina Solé, Marli Vianna, Nina de Araújo Leite, Sandra Pavone, Viviane Veras e Yone Rafaeli.
As psicopatologias da fala permitem problematizar as dificuldades de a psicanálise distinguir e tratar o sofrimento psíquico advindo dessas afecções. É nessa perspectiva que este volume propõe trazer a público a insistência e o testemunho das investigações causadas pela clínica psicanalítica diante de tais incidências.