O que a Psicanálise tem a dizer acerca do devir-mulher, desde os primeiros textos de Freud sobre o Édipo feminino até os estudos contemporâneos, com destaque para a teoria de J. Lacan. Trata ainda da formação do analista, do sintoma social no Brasil e outros temas atuais. Clique aqui1, 2, 3, 4 , 5 para ler artigos do autor.
Autor(es):Marcus do Rio Teixeira(org.),Angela Baptista do Rio Teixeira, Angela Jesuino Ferretto, Antonio Carlos Rocha, Charles Melman, Ricardo Goldenberg
As vicissitudes da formação analítica a partir da chegada do ensino de Lacan ao nosso país, com ênfase tanto nos aspectos clínicos quanto sócio-culturais. Uma análise inteligente e ousada da nossa cultura a partir da teoria lacaniana. Inclui a conferência de Charles Melman, "Casa Grande e Senzala", que discute o laço social no Brasil a partir de uma leitura psicanalítica da obra de Gilberto Freyre. Para ler artigos deste livro, clique em.1
Relata a história dos precursores da psicanálise no início do século e trata de temas atuais como cultura e psicanálise, a clínica psicanalítica e seus efeitos na pólis. Inclui correspondência inédita de S. Freud para o Brasil, publicada em primeira mão por Ágalma. Citado na bibliografia do verbete Arthur Ramos do Dicionário de Psicanálise de elisabeth Roudinesco
Discute o problema ético decorrente da experiência analítica. Num estilo ao mesmo tempo rigoroso e fluente, este ensaio levanta questões que concernem não apenas aos praticantes da psicanálise mas também aos leitores provenientes de outros campos, sobretudo da filosofia, com a qual mantém um diálogo vivo e enriquecedor.
Autor(es):Angela Baptista do Rio Teixeira, (org.),Ricardo Goldenberg, Fernando Paixão, Ricardo Estacolchic, Silvia Wainsztein, Sidnei Goldberg, Marcelo Nova, Antonio Risério, Maria Rita Kehl.
Afinal o quê, como e de que maneira os homens desejam? Para tentar responder a questões como estas, Ágalma convidou homens e mulheres provenientes de campos tão diversos como a psicanálise, a poesia, o jornalismo, o rock..., os quais por diferentes vias montam um painel multifacetado que, sem ser jamais superficial, permite enxergar de ângulos diversos esse desejo que diz respeito não somente aos homens, mas a quem de uma forma ou de outra com eles lida. Clique 1
e 2 para ler artigos da organizadora
Autor(es):Ricardo Goldenberg(org.), André Soueix, Carlos Cárcova, Charles Melman, Édson Souza, José Arbex, Luiz Carlos dos Santos, Marcus Teixeira, Pierre-C. Cathelineau, Pierre Bruno, Pierre Naveau, Ricardo Estacolchic, Roland Chemana, Sidi Askofaré, Thomaz Abraha
A globalização, mais recente avatar do capitalismo, interage com a Psicanálise numa via de mão dupla; por um lado, as novas relações econômicas e sociais atuam sobre o sujeito, provocando o aparecimento de novos sintomas. Os psicanalistas, por sua vez, não cessam de interrogar, a partir da sua clínica, os efeitos do laço social capitalista no sujeito e na pólis.
Este volume reúne algumas das contribuições mais representativas desse esforço de teorização acerca da relação entre sujeito e objeto na sociedade capitalista. Juntamente com analistas de diversas escolas, profissionais das áreas de Sociologia, Direito, Filosofia e Jornalismo discutem os efeitos do Capitalismo na subjetividade hodierna.
Co-edição: Ágalma/ Editora da Uni-versidade Federal da Bahia
Colaborador próximo de Jacques Lacan, Charles Melman foi diretor de ensino da École Freudienne de Paris. É também membro fundador da Association Laca-nienne Internationale e da Fondation Européene pour la Psychanalyse. Neste volume ele trata de temas relevantes da clínica psicanalítica, como a neurose ob-sessiva, a homossexualidade masculina, a paranóia, a depressão e o alcoolismo. Além destes, aborda também questões referentes ao laço social e seus efeitos sobre o sujeito: o racismo, o fascismo, o judaísmo, a política e o imaginário no poder contemporâneo. Esta reedição ampliada traz ainda dois artigos sobre a infância e adolescência.
A Psicanálise e seus paradoxos — Seminários Clínicos
Autor(es):Ivan Corrêa
Valendo-se de sua formação em Psicanálise, Matemática e Filosofia, aliada a uma vasta experiência clínica, Ivan Corrêa se propõe estudar as raízes da Psicanálise. Para isso, recorre a autores como Aristóteles, Frege, Russell e Cantor, segundo uma rigorosa posição metodológica que visa situar o estatuto da clínica e da teoria psicanalítica. O leitor habituado ao referencial teórico de Freud e Lacan encontrará nestes Seminários uma releitura dos casos freudianos clássicos e dos elementos fundamentais da teoria lacaniana a partir das proposições lógicas, matemáticas e topológicas implicadas em seus textos. Já o leitor iniciante na teoria psicanalítica terá a oportunidade de conhecer seus pontos cruciais e os elementos da práxis psicanalíticas apresentados em um estilo que reúne erudição e clareza
Como se chama James Joyce? — A partir do Seminário 'Le Sinthome' de J. Lacan
Autor(es):Roberto Harari
Recentemente traduzido na França e nos EUA, este livro do psicanalista argentino Roberto Harari, autor de vasta obra teórica, propõe uma leitura rigorosa, criativa e didática do Seminário 23, Le Sinthome. Neste, Lacan produziu seu último e mais notável avanço clínico-conceitual, para o qual valeu-se das contribuições do genial escritor irlandês James joyce. Com habilidade no manejo dos conceitos e da escritura, Harari mantém um diálogo intenso e crítico com as proposições teóricas lacanianas, discutindo-as e articulando-as com diversos campos do saber.
Ao definir o objeto da pulsão como inatural, Freud demonstra a inexistência de um objeto adequado ao desejo, à espera do sujeito na natureza. Para Lacan, é o objeto a, cuja perda primordial está no cerne da constituição do sujeito, que causa o desejo. Já o capitalismo contemporâneo apropria-se da tecnociência para produzir objetos feitos em série, materializando o objeto perdido. Os ensaios que compõem este volume discutem a incidência do objeto na sexuação, nos laços sociais e na literatura.
Clique aqui 1, 2, 3, 4 , 5 para ler artigos do autor.